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História

Histórico
Desde o início do século XX, vários pesquisadores em todo o mundo, vêm se interessando por conhecer a fundo os fenômenos paranormais, incluindo os indicadores da sobrevivência do espírito à morte física. Dentre eles podemos citar William Crookes, sábio inglês, que investigou a materialização de espíritos, durante três anos consecutivos; Ernesto Bozzano, professor de lógica, que se dedicou ao estudo das comunicações mediúnicas e Joseph Banks Rhine, pai da moderna parapsicologia, que pesquisou e demonstrou, através de experimentos e cálculos estatísticos irrepreensíveis, a existência da percepção extra sensorial em seres humanos

Um dos fenômenos mais intrigantes e significativos pesquisados é o da memória extra cerebral ou as lembranças de vidas passadas, que hoje, após mais de duas décadas de pesquisas científicas de campo, bem minuciosas e efetuadas por cientistas como Ian Stevenson (neurologista, pesquisador da Universidade de Virgínia – EUA), Hamendras Nat Banerjee ( psicólogo, pesquisador na Universidade Rajastan em Jaipur -Índia) e Hernani Guimarães Andrade ( engenheiro, pesquisador e fundador do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas), que se somaram às descobertas feitas durante mais de um século nessa área, deslocaram o interesse pelas vidas pretéritas da religião para a ciência.

Adicionando-se às investigações de campo, as pesquisas experimentais levadas a efeito com o uso da hipnose regressiva, método usado desde o século XIX, tem-se atualmente pesquisados alguns milhares de casos.

Destaca-se o nome da psicóloga e pesquisadora Helen Wambach, que investigou experimentalmente 1088 casos através desse método, chegando a resultados sugestivos da reencarnação em suas pesquisas.

Ao todo tem-se hoje, aproximadamente, entre quatro e cinco mil casos pesquisados no mundo inteiro, na soma das investigações científicas.

Hoje não mais essas vivências referentes a possíveis vidas anteriores, situam-se apenas e tão somente, nos textos das religiões e doutrinas reencarnacionistas. Estas vivências, agora, são objeto de estudo e pesquisa em ambientes universitários, em várias partes do mundo.

Emergindo como conseqüência desse momento cultural moderno e sem preconceitos bloqueadores, surgiu no final dos anos sessenta e início dos setenta do último século, a Terapia da Vida Passada, ou Terapia Regressiva, que fazendo uso da hipnose regressiva, método amplamente utilizado na psiquiatria, psicanálise e psicologia, desde o século XIX, adentrou em lembranças que pareciam ser aos pacientes, relativas a esta e a outras vidas. E isto, sem que tenham sido feitas sugestões de época ou lugar, para que os primeiros relatos deste tipo ocorressem.

Terapeutas como os norte-americanos Morris Netherton e Edith Fiore, o holandês Hans Tendam, o suíço Raimond Abrezol, o francês Patrick Druot e a russa Barbara Ivânova, além de outros, durante os anos setenta e oitenta do século XX, atenderam com sucesso inúmeros casos e publicaram os resultados de suas descobertas, em diversos livros, que se encontram à disposição dos interessados nesta matéria.

Modernamente um outro psicoterapeuta, chamado Brian Weis, percorreu o mesmo caminho de seus antecessores e vem conseguindo grande sucesso na divulgação de suas pesquisas clínicas.

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